Brava: Psicóloga defende que alunos possuem conhecimentos sobre VIH/Sida, mas é preciso organizá-los

Nova Sintra, 01 Dez (Inforpress) – A psicóloga da Escola Secundária Eugénio Tavares (ESET), Nilza Sequeira, defendeu hoje que os alunos possuem várias informações em relação ao VIH/Sida, mas que é necessário ajudá-los a organizá-las para as porem em prática.

Na data em que se assinala o Dia Mundial de Luta Contra a SIDA, a psicóloga e professora da ESET avançou que o dia de hoje foi marcado por uma exposição de cartazes elaborados pelos alunos do 10º ano e na parte de tarde os alunos tiveram uma conversa aberta com a professora da disciplina de Formação Pessoal e Social (FPS), como forma de não deixar o dia passar em branco.

Além de hoje, anunciou que toda esta semana será dedicada a este tema, justificando que, nos trabalhos apresentados e nas conversas abertas, os alunos demonstraram ter um “bom nível” de conhecimento sobre esta matéria.

Entretanto, a mesma fonte realçou que é preciso trabalhá-los na questão da organização destas informações, para que possam utilizá-las e transmiti-las aos colegas, aos amigos e à sociedade.

Os alunos do 7º e 8º anos terão, na quinta e sexta-feiras, algumas sessões de informações e esclarecimentos sobre o VIH/Sida e assim, segundo Nilza Soares, serão avaliados a nível dos conhecimentos que possuem e de como estão a actuar neste sentido.

A ideia de trabalhar por classe ou colocá-los a elaborarem os seus próprios trabalhos é explicado pela psicóloga como sendo uma forma de deixá-los “expressar melhor”.

Segundo Sequeira, muitas vezes ao serem “livres”, trabalham e assimilam melhor os conteúdos do que quando os professores vão às salas de aula e dão a matéria.

Tendo em conta que se encontram na fase da adolescência, considerado como sendo um “período de descoberta e experimentação e com uma certa oscilação de emoções”, Nilza Sequeira considerou que é “muito importante pressionar na tecla prevenção”.

Na ilha não foi realizada nenhuma outra actividade sobre esta efeméride e não foi possível obter informações da Delegacia de Saúde sobre o número de casos registados este ano ou dos procedimentos que têm sido implementados junto dos pacientes.

MC/HF

Inforpress/Fim

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