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Brava: Privado investe em empreendimento turístico em Nova Sintra para “diversificar opções já existentes” (c/áudio)

Nova Sintra, 27 Nov (Inforpress) –  A ilha passa a contar a partir de hoje com um novo empreendimento turístico, “Hotel 3 M”, um investimento privado, situado na Vila de Nova Sintra, mas desenhado para servir a ilha toda, com serviços diversificados.

O empreendimento integra, além de outras valências, um restaurante, bar, um alojamento com 12 quartos, todos com casas de banho privativas e dois quartos duplos, também com casas de banho privativas.

Neste mesmo empreendimento, há espaço para os pais levarem os filhos, pois irá funcionar uma pizzaria e uma gelataria, e também uma agência de viagens, que além de passagens serão disponibilizados pacotes para tours na ilha, trazer algo diferente daquilo que já vinha sendo oferecido.

O projecto, que pertence a um empreendedor local, está em execução há já quase dois anos, sofreu uma paragem com a pandemia da covid-19 e com a retoma paulatinamente das obras, o mesmo já se encontra concluído e será inaugurado hoje a noite, com a criação de perto de uma dezena de empregos directos.

Em declarações à Inforpress, o proprietário do empreendimento, António de Pina, explicou que um dos motivos que o levou a apostar num investimento desta envergadura para a ilha, foi o seu espírito empreendedor e a visão que possui, de que a ilha merece um espaço diferente, não menosprezando os já existentes.

Com este espaço, destacou que a ideia primeiramente é servir os bravenses, principalmente na área de gelateria e pizzaria, mas diz estar consciente que se não forem melhoradas as condições e regularizar as viagens de ligação de e para a Brava vê a sustentabilidade do empreendimento em risco.

Pois, conforme sublinhou se não houver uma regularização efectiva da situação dos transportes, porque a parte de hotel e pensão se não houver uma regularização do sistema de ligação com a ilha corre grandes risco porque é o turismo quer de dentro do país ou do exterior que vai sustentar esta vertente.

Segundo a mesma fonte não somente na ilha Brava, mas se há o desejo de desenvolver as ilhas periféricas é preciso pensar melhor no sistema dos transportes, sublinhando que muitas vezes dá até vergonha de tanto bater nesta tecla.

António de Pina aproveitou a oportunidade para solicitar um pouco mais de atenção por parte do Governo, sugerindo para “eliminar ou isentar” a taxa de imposto dos investidores bravenses, realçando que os impostos que os investidores bravenses pagam “não são tão significativos” para o Orçamento do Estado.

“Quando fala na Brava, falo de todas as ilhas periféricas, incluindo Maio, São Nicolau, entre outras ilhas e municípios que precisam de um incentivo para saírem da inércia latente”, disse a mesma fonte, destacando que tem de ser um processo que envolve Cabo Verde, não somente os investidores.

MC/CP

Inforpress/Fim

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