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Brava: População de Lomba Tantum “preocupada” com a qualidade da água que está a consumir (c/áudio)

Nova Sintra, 11 Mai (Inforpress) – Os moradores de Lomba Tantum demonstra-se “insatisfeitos e preocupados” com a qualidade da água que estão a consumir, alegando que os depósitos já tem mais de ano sem ser lavados.

Em declarações à Inforpress, Fátima da Cruz, contou que tanto o depósito em Ferreiros como o de Palhal encontram-se “sujos”, não permitindo que a água que estão a consumir seja da melhor qualidade.

Segundo a mesma fonte, grande parte da população desta comunidade não está a pagar as facturas de água, como uma forma de “exigir” uma limpeza nos depósitos.

“Colocamos tubos para apanhar água, e, no fundo dos utensílios ficam visíveis as borras que caso não coarmos, não é possível beber”, explicou a moradora.

Fátima da Cruz informou que já foram reclamar algumas vezes, mas “sem sucesso”.

Além dos reservatórios, avançou que na própria nascente mãe, “há uma cova aberta, onde pessoas de outras zonas que visitam o local, tomam banho e deixam lixos no espaço”.

“Se limparem os tanques, fecharem a cova, estamos dispostos a pagar as nossas facturas, porque assim já sabemos que estamos a beber água limpa”, disse a fonte.

Segundo a mesma, já informaram a Delegacia de Saúde da situação, aguardando que “seja feito algo” para mudar.

Jaqueline Barros, uma outra moradora e presidente da associação local, por seu turno, avançou que a questão não é somente a qualidade da água e a limpeza dos depósitos, mas sim uma “falta de regularização” dos dias e horários para distribuição da água.

A moradora contou que na zona de Lomba de Baixo a água era distribuída segunda e quinta-feira, mas depois o delegado do Ministério da Agricultura e Ambiente, entidade que gere a água nesta localidade, “resolveu mudar sem comunicar os moradores”.

“Mudaram para terça e sexta-feira, mas na mesma semana voltou-se a mudar o dia e o horário sem avisar. Simplesmente, colocaram um papel nos postos de luz com a data de 27 de Abril, mas chegou na zona no dia 7 de Maio”, disse a moradora.

A questão, conforme a mesma não é a mudança em si, mas sim, a “falta de comunicação”, pois, avançou que “maioria dos moradores de Lomba, são analfabetos”.

Contactado, o delegado do MAA na ilha este escusou-se a pronunciar sobre o assunto.

MC/CP

Inforpress/Fim

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