Brava: PM considera que a “Brava está num bom caminho e com grande futuro” 

Nova Sintra, 06 Ago (Inforpress) – O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, considerou esta quarta-feira na cerimónia da entrega de equipamentos musicais à escola de música e da inauguração da TDT que a ilha Brava encontra-se no bom caminho e com grande futuro.

Ulisses Correia e Silva considerou estes dois actos “importantes e convergentes na inclusão”, explicando que se está “a incluir através da música, da cultura, dando acesso às crianças e aos jovens que, de outra forma, teriam dificuldades em ter um instrumento musical ou um professor para ensiná-los, e um espaço para poderem aprender”.

Segundo o chefe do Governo, “isto é inclusão, é formação, é educação extra-escolar, é preparar homens e mulheres mais bem formados para o futuro, e dá-los uma ocupação”.

Ulisses Correia e Silva acentuou que a Televisão Digital Terrestre (TDT) também inclui, porque até há pouco tempo falava-se em zonas de sombra, onde algumas pessoas tinham aparelhos televisivos nas suas casas, mas sem sinal.

“Hoje é uma realidade na Brava e a partir de agora não teremos problemas com as zonas de sombras”, disse o chefe do Governo que reconheceu ter sido um investimento grande feito em todo o País, com o objectivo de introduzir a nova era da televisão digital e, ao mesmo tempo dar oportunidade para que todos tenham acesso à comunicação, à informação, entre outros benefícios.

Perante tais “ganhos”, afirmou que a “Brava está num bom caminho e com grande futuro”.

Por seu turno, o presidente da Câmara Municipal, Francisco Tavares sublinhou que a Brava presenciou momentos que “demonstram claramente que a ilha entrou num ritmo de desenvolvimento nunca antes visto”.

O autarca destacou a “quantidade de obras inauguradas e de primeiras-pedras lançadas num só dia”, reforçando que são investimentos que mostram que a ilha que “não está mais estagnada” mas está se transformando numa ilha “muito dinâmica”.

A inauguração da TDT, para o edil é “mais um sinal” de que na Brava as coisas não acontecem no final e que a Brava, “pode, deve e está a trabalhar para que seja uma ilha que contribui para o desenvolvimento do País”.

No momento em que o mundo vive todas as dificuldades que a pandemia da covid-19 trouxe, Francisco Tavares enfatizou que a Brava parou por um ou dois meses e depois voltou ao ritmo de obras para todos os lados e tem tido problemas com algumas obras, por falta de mão-de-obra ou mesmo por falta de matéria-prima.

“Se antes estávamos afrontados na câmara com algumas classes profissionais à procura de emprego, agora é a câmara que está com  falta de alguns profissionais em algumas áreas”, concluiu o edil, esperançoso de que com o apoio de cada cidadão será possível ter uma Brava “melhor e mais desenvolvida num período de tempo mais curto”.

A comitiva, além do primeiro-ministro, inclui também o ministro da Agricultura e Ambiente, o ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, a ministra das Infra-estruturas, Ordenamento do Território e Habitação, e o ministro-adjunto do primeiro-ministro para a Integração Regional que detém a pasta da conexão do Governo com as câmaras municipais de Cabo Verde.

MC/HF

Inforpress/Fim

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