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Brava: Pastores de Cachaço lançam “grito de socorro” para combater cães vadios

Nova Sintra, 19 Fev (Inforpress) –Os criadores de gado da localidade de Cachaço, na ilha Brava, querem o apoio das autoridades para o combate aos cães vadios que lhes têm dizimado os animais, causando-lhes “avultadas perdas”.

Um grupo de jovens pastores procurou a Inforpress para expor esta situação que está, a cada dia que passa, “sem controlo”.

O jovem pastor José da Luz, porta-voz do grupo, contou que estão “afrontados” com matilhas de cães vadios que andam matando as suas cabras e, ultimamente, as galinhas.

José da Luz reforçou que nessa localidade não possuem nenhuma outra fonte de rendimento ou de sustento, a não ser a criação de animais.

Segundo o jovem criador, na localidade não conseguem controlar os cães vadios porque, não são três ou quatro, mas sim uma matilha em que, conforme realçou, já contaram mais de quinze e que estão divididos em pelo menos três grupos.

Questionados se não procuraram o apoio da Câmara Municipal da Brava ou alguma outra instituição para os apoiar, este apontou que algumas vezes já procuraram os serviços da autarquia, mas que as medidas que tem sido tomada não estão a ajudá-los neste combate.

De realçar que este é um problema que vem afectando os criadores da localidade e de toda a ilha, ano após ano, tendo no mês de Agosto de 2020 iniciado uma campanha para a captura de cães vadios que causou alguma revolta no seio da população bravense após a incineração dos cães capturados que estavam sendo colocados na localidade de Favatal.

Entretanto, a mesma fonte sublinhou que além da problemática dos cães vadios, estão a passar dificuldades com a água para o abastecimento do pessoal e do gado.

Contactado pela Inforpress, o presidente da Câmara Municipal da Brava, Francisco Tavares, disse ter conhecimento desta situação dos cães vadios, realçando que é algo que sempre prejudica a população “principalmente” de Cachaço, lamentando não ter ainda “nenhuma solução à vista” para a questão dos cães vadios na zona e em toda a ilha.

Sobre a água, sublinhou que é uma situação que tem de apurar juntamente com a Empresa Intermunicipal Águabrava.

MC/HF

Inforpress/Fim 

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