Musealização da Casa Museu Eugénio Tavares é “peça fundamental” para transformação da Brava num destino turístico – edil

Nova Sintra, 05 Dez (Inforpress) – O presidente da Câmara Municipal da Brava considerou hoje a musealização da Casa Museu Eugénio Tavares uma “peça fundamental e mais uma pedra” para a transformação da Brava num destino turístico da natureza e cultural.

Francisco Tavares falava em entrevista à Inforpress, a propósito da inauguração da parte museológica da casa prevista para domingo, 06, pelo ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente.

Segundo a mesma fonte, a Casa Museu é “uma peça fundamental” daquilo que querem para a ilha, que é a transformação da mesma num destino turístico da natureza e cultural.

Na parte cultural, sublinhou que tendo Eugénio Tavares como o “vulto”, é necessário ter algo palpável para apresentar a todos que lhes visitam e a musealização possui todas as características para passar a “verdadeira história e a vivência” de Eugénio Tavares.

Estas obras, conforme explicou o autarca, foram divididas em duas fases e foram realizadas numa parceria entre a câmara municipal e o Governo de Cabo Verde, através do Ministério da Cultura e Indústrias Criativas e do Ministério das Infraestruturas, dentro do Programa de Requalificação, Reabilitação e Acessibilidades (PRRA).

Num primeiro momento, realçou que as obras incidiram na correção de problemas físicas da casa, nomeadamente de infiltração no tecto, remodelação da casa de banho, piso do quintal, reboco da parte exterior, conservação do chão em soalho, entre outras intervenções, cujo orçamento rondou os dois mil contos.

Já a parte da musealização avançou que envolveu a aquisição e a colocação de mobiliários visto que, é Casa Museu, onde já estão instalados mobiliários da época de Eugénio Tavares e haverá também uma parte para a transmissão de informações de tudo o que esteja à volta de Eugénio Tavares e da morna em geral.

Além disso, prevê-se a instalação de um pequeno quiosque para a venda do artesanato bravense, da literatura à volta da morna e da cultura bravense.

Esta outra parte teve como previsão inicial um orçamento de cerca de 3.500 contos.

MC/CP

Inforpress/Fim

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