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Brava: Ministro diz que reivindicações dos professores são “justas” mas vão ser resolvidas paulatinamente

Nova Sintra, 15 Dez (Inforpress) – O ministro da Educação reconheceu hoje que as reivindicações da classe docente são “”justas, mas destacou a necessidade de analisar e ver as possibilidades do País para que estas possam ser acomodadas e resolvidas paulatinamente.

Amadeu Cruz fez esta consideração em declaração à imprensa, na ilha Brava, ao ser questionado sobre as principais reivindicações apresentadas nos contactos com os professores bravenses, onde realçou que tanto na Brava, como no interior de Santiago e nos Mosteiros, do Fogo, as reclamações são as mesmas.

“Já estou no Ministério há algum tempo e reconheço a situação dos professores e os relatos vão todos no mesmo sentido”, disse o ministro, realçando que a classe “reconhece” que o Governo “já fez muito” em matéria de resolução dos pendentes, beneficiando mais de 4 mil professores com um incremento orçamental de mais de 1 milhão de contos anualmente, mas que ainda persistem algumas situações.

“Nós achamos que as reivindicações são justas, mas há que ver as possibilidades do País para acomodar e resolvê-las, num sentido de equilíbrio e num contexto muito difícil que estamos a abordar a questão da resolução dos pendentes dos professores”, considerou o governante.

Segundo a mesma fonte, ainda no final deste mês ou início do próximo ano, será publicada a lista dos beneficiários do subsídio por não redução da carga horária, referentes ao ano 2016 e que estão a trabalhar nas outras situações, para resolvê-las “paulatinamente”.

Apontou as questões relacionadas com os professores que obtiveram formação no antigo Instituto Pedagógico e que se encontram numa situação que carece de uma “atenção especial”, nomeadamente a regularização da chamada “entrada no quadro”, sublinhando que vão trabalhar neste sentido com os sindicatos dos professores para resolver o problema.

Amadeu Cruz avançou ainda que dois dias depois da sua tomada de posse teve os primeiros encontros com os líderes dos sindicatos, para lhes transmitir a ideia de que querem o envolvimento de todos para a criação de “um ambiente sadio”.

“Naturalmente que os sindicatos têm o dever de defender os professores, entendemos isso e estamos numa governação democrática, mas também temos que ter a noção e os sindicatos percebem e compreendem que temos um contexto muito diferente, e um orçamento difícil”, concluiu, reforçando que estão à procura de soluções para atender, na medida do possível, as reivindicações dos professores, que o governante considera “justas”.

MC/JMV

Inforpress/Fim

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