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Brava: Formandos do curso de Cozinha Nível I vão fazer “toda a diferença” no mercado de trabalho na ilha – formador

Nova Sintra, 05 Mar (Inforpress) – O formador do curso profissional de Cozinha nível I adiantou hoje que os 16 formandos desta acção de capacitação vão fazer “toda a diferença” no mercado de trabalho da ilha, por serem os primeiros a formarem-se dentro da “própria realidade”.

Em entrevista à Inforpress, o formador Francisco Almeida lamentou, entretanto, a fraca participação dos jovens, sublinhando que este curso estava direccionado especialmente para a camada jovem, mas mesmo assim, destacou, houve grande dificuldade para atingirem um número ideal para iniciar a formação.

O curso, que já tem a duração de quase dois meses, está previsto para terminar em meados de Junho/Julho.

O formador realçou que grupo que está a participar tem demonstrado “muita garra”, tendo em conta que esta é uma “novidade” nas suas vidas, tanto pessoais como profissional.

Daí, salientou que a boa vontade e o interesse estão à “flor da pele dos participantes, que querem prender para depois fazerem melhor no mercado”.

Nesta acção de formação, informou, os jovens têm demonstrado que possuem habilidades na aprendizagem do Inglês e da Informática, além do sector da restauração e que após os módulos de cozinha vão ter um módulo de empreendedorismo, caso quiserem abrir os seus próprios negócios.

E caso isso tornar realidade na vida de algum destes formandos, Francisco Almeida avançou que o Instituto do Emprego e Formação Profissional – IEFP vai dar assistência técnica, com todas as regras e normas, na criação dos planos de negócios dos formados.

Já dentro do mercado e negócio da restauração na ilha, a mesma fonte afirma que vão fazer “grande diferença” no mercado bravense como profissionais da área da cozinha, justificando que os jovens da ilha, que fizeram formação de cozinha na Escola de Hotelaria e Turismo de Cabo Verde – EHTCV, praticamente não regressaram.

“Estes vão ser virgens no mercado a nível da cozinha e tendo o estagio profissional vão ganhar mais experiência”, disse o formador, acrescentando que tudo isso depende de cada um dos formandos.

Mas acentuou, com convicção, que “todos os formadores estão a fazer o “impossível” para que a formação tenha a maior qualidade possível, não importando o nível”.

Defendeu que a ilha oferece “muita tranquilidade” e certamente, quando as pessoas começarem a descobrir esta tranquilidade, poderão começar a passar finais de semana ou mesmo férias na ilha e tendo também a parte de cozinha, esta será mais um chamariz para a vinda de mais pessoas para a Brava.

Por ser um curso de maior carga horária, adiantou que permite trabalhar a gastronomia internacional e transmitir aos formandos uma maior experiência.

Sobre as dificuldades, apontou a inexistência de uma instalação própria do IEFP, sendo necessário adaptar aos espaços existentes, driblando alguns constrangimentos, graças a outros parceiros como os próprios formandos, Aguabrava, delegação escolar, câmara municipal, entre outros.

MC/JMV

Inforpress/Fim

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