Brava: Festividades do Município e de São João Baptista organizadas por privados com apoio da câmara

Nova Sintra, 24 Mai (Inforpress) – O presidente da Câmara Municipal da Brava anunciou hoje que as actividades recreativas e de festejos do Dia do Município e do Santo Padroeiro, comemorado a 24 de Junho, estão a ser organizadas por privados com apoio da câmara.

Esta informação foi avançada à Inforpress por Francisco Tavares, explicando que a câmara vai disponibilizar 3.000 contos, dos quais 2.000 contos serão para as actividades do Dia do Município e mil contos para os festejos do Santo Padroeiro, relembrando que a Bandeira este ano é da responsabilidade da autarquia.

Segundo a mesma fonte, a situação pandémica actual é “muito positiva” para a ilha Brava e mesmo para o País, já que a ilha pode voltar a ter actividades culturais, desportivas, recreativas para os festejos do Dia do Município e do Santo Padroeiro.

“A Bandeira de São João ficou com a câmara municipal que já fez o primeiro contacto com a associação Amisandjon para que possam encabeçar a organização da parte das festividades do Santo Padroeiro e a câmara entrará com o financiamento monetário”, informou o autarca.

Para as festas do Dia do Município, realçou que estão previstas actividades desportivas que vão ser realizadas pela câmara municipal, através da vereação do pelouro do desporto que vai criar um grupo de trabalho para tal e que também serão financiadas algumas actividades desportivas habituais.

Além das actividades desportivas, Francisco Tavares avançou que vai ter as “famosas” barracas de São João, assim como a Miss Brava e o show de artistas.

No quesito do show com os artistas a câmara lançou um concurso onde houve manifestação de interessados bravenses para a sua realização e a câmara vai entrar como a grande parceira.

O edil diz contar que este primeiro ano de retoma das actividades decorra bem e que a parceria com grupos privados também traga ganhos de parte a parte, visto que é “sempre bom” envolver a sociedade na organização dos eventos.

Quanto ao montante que a autarquia vai disponibilizar e a opção da procura de parcerias privadas, Francisco Tavares defende que “se deve ter as festividades da dimensão economicamente suportável pela edilidade”, daí a melhor forma é com essa parceria.

MC/ZS

Inforpress/Fim

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