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Brava: Entidades apontam até final do mandato para ter resultados visíveis na gestão da população canina e felina (c/áudio)

Nova Sintra, 14 Out (Inforpress) – O presidente da Câmara Municipal da Brava disse hoje que a autarquia e as diversas associações e entidades que estão a trabalhar na gestão da população canina delinearam até ao fim do mandato para ver os resultados.

Francisco Tavares falava à imprensa no final de um workshop realizado hoje em Nossa Senhora do Monte, intitulado “Gestão integrada e ética da população canina”, onde realçou que esta acção enquadra-se dentro daquilo que é a política municipal para este mandato na área de controlo ético da população canina.

Conforme a mesma fonte, este trabalho é para evitar todos os problemas que a população canina tem causado, apontando o ataque ao gado, que tem tido um impacto negativo no rendimento das famílias e desta actividade económica que na Brava ainda é “muito importante”.

Segundo a mesma fonte, foi-se celebrado um acordo entre a autarquia e a associação para a gestão ética da população canina e neste âmbito, vários parceiros se uniram para darem início aos trabalhos.

Nessa união de esforços, além da câmara, destacou a delegação do Ministério da Agricultura e Ambiente, Associação Bons Amigos, Biflores, que desde o passado dia 05 de Outubro encontram-se na ilha uma equipa realizando sessões de castração em diversas localidades e fazendo palestras nas comunidades.

Sobre as palestras, Francisco Tavares sublinhou que o público alvo é bem específico, e o objectivo é passar a mensagem de que este problema só terá solução se todos fizerem a sua parte.

“Sabemos que é uma caminhada um pouco longa, mas que a meta da câmara municipal e a associação para a gestão ética da população canina e felina aponta finais deste mandato como período ideal para ver os resultados significativos”, disse o autarca, reforçando que o objectivo é a “diminuição drástica” principalmente de cães de rua e na rua, e “quase” que eliminar o ataque ao gado dos criadores.

Carlos Bango, criador de gado e participante do workshop realçou que já há algum tempo que os criadores estavam a aguardar por algo do tipo. Entretanto, defendeu que precisam de ver resultados concretos, acções duradouras e não de forma pontual.

Segundo este criador, têm-se atacado na questão das consequências, mas não se tem atacado as causas.

E para isso, para que as medidas surtem efeitos, Carlos Bango apelou a todos os sectores envolvidos que assumem as suas responsabilidades, pedindo também uma certa consciencialização a população no sentido de não abandonarem os cães, aconselhando-a a procurar apoios para a castração, de forma a controlar o número de cães vadios, sabendo que os donos não responsabilizam pelos prejuízos.

Carlos Bango apontou que o ataque tem acontecido em quase todos os tipos de animais, elencando ataques nos caprinos, ovinos, crias de bovinos, burros, animais de capoeira com galinha, patos, perus e muitas vezes, realçou que os cães miram os alvos, normalmente atacam as crias mais vulneráveis, animais em período de gestação já mais elevado, animais que estão em produção de leite.

Quanto às acções de sensibilização e castração, conforme os dados apresentados, do dia 05 de Outubro até hoje já foram castrados 219 cães e gatos, além de acções de desparasitação e outros tratamentos.

MC/CP

Inforpress/Fim

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