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Brava: Delegado da Educação faz balanço “positivo” do ano lectivo pese embora um “ligeiro decréscimo”

Nova Sintra, 31 Jul (Inforpress) – O delegado do Ministério da Educação da Brava, Orlando Delgado, fez hoje um “balanço positivo” do ano lectivo ora findo, embora realçou que houve um “ligeiro decréscimo” comparativamente ao ano lectivo anterior.

Em declarações à imprensa, Orlando Delgado considerou que apesar do ano lectivo ter sido um ano “muito atípico” devido à situação da pandemia que assolou o mundo, o resultado é “positivo”, com um ligeiro decréscimo comparativamente ao ano anterior.

A mesma fonte informou que a nível do Complexo Educativo de Nova Sintra (CENS) em termos de aproveitamento, do Ensino Básico, teve uma aprovação de 84,3 por cento (%), 9% de reprovação e abandono 6,7%.

Na Escola Básica de Nossa Senhora do Monte (EBNSM) que também lecciona do 1º ao 8º ano de escolaridade, houve uma aprovação de 81%, reprovação 11,8% e abandono 7,2%.

No que se refere ao Ensino Secundário que pertence ao CENS, este responsável destacou que houve uma taxa de aprovação de 52,7%, reprovação 32% e abandono 15,3%.

Perante estes resultados, o delegado explicou que caso for feita uma comparação com o ano lectivo anterior pode-se verificar que o peso maior está sobretudo a nível do abandono escolar, além de ressaltar que no ano lectivo transacto as notas foram do primeiro e segundo trimestre.

Sobre o cumprimento das matérias programadas, Orlando Delgado avançou que o que tinha sido programado acabou por ser cumprido em cerca de 95%, justificando que tiveram casos de infecção pela covid-19 no CENS no final de Outubro início de Novembro onde tiveram que suspender as aulas por 10 dias, e voltou-se a ter casos na EBNSM no mês de Abril e logo de seguida no CENS.

Também, frisou que na Brava funcionaram no modelo tradicional, com as aulas de 50 minutos.

Questionado sobre os motivos da alta taxa de abandono, a mesma fonte apontou que vários alunos acabaram por não irem à escola, porque quando houve casos de covid nas escolas os pais ficaram aflitos e acabaram por não deixar os alunos irem à escola, apesar da insistência por parte dos professores e das direcções das escolas para que tal não acontecesse.

“É uma situação que ocorreu mesmo a nível internacional, em que muitos alunos por causa da covid-19 acabaram por ficar em casa. Não é uma questão propriamente dos alunos, mas dos encarregados de educação que acabam por não deixar os filhos irem às escolas por causa da covid 19”, disse o delegado, acrescentando que a taxa de abandono há já alguns anos que estava baixa.

MC/ZS

Inforpress/Fim

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