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Brava: Bravenses exigem representante da Pró-Empresa na ilha

Nova Sintra, 23 Fev (Inforpress) – Os investidores e jovens bravenses exigiram hoje a colocação de um representante da Pró-Empresa na ilha Brava, como forma de verem as suas dúvidas esclarecidas a tempo e terem incentivo para arriscarem.

Esta exigência foi feita durante um encontro realizado no final do dia de hoje com a coordenadora da região Fogo e Brava do Instituto de Apoio à Promoção Empresarial (Pró-Empresa), Magui Lopes, que esteve a apresentar a Pró-Empresa e os principais programas de promoção empresarial que a instituição oferece.

Durante o encontro, o público presente reivindicou a presença efectiva de um representante na ilha, apontando os diversos constrangimentos que têm enfrentado para obter informações sobre a instituição, além de demonstrarem insatisfação por haver nenhum jovem ou investidor bravense que já tenha beneficiados dos programas da Pró-Empresa.

Em declarações à Inforpress, António Carlos de Pina, um dos participantes, fez uma avaliação positiva do encontro mas lamentou o facto de, na Brava, encontros do tipo serem escassos, realçando que, quando é assim, os problemas são sempre os mesmos.

Neste quesito, sugeriu que os encontros ocorram trimestralmente para ver quais as dificuldades que cada um possui no terreno.

Sobre o representante fixo na ilha, a mesma fonte defendeu que a Brava tem de desapegar da ilha do Fogo em algumas coisas e, no caso da Pró-Empresa, indicou que a existência de um ponto focal na ilha diminuiria a burocracia entre aspirantes, que pretendam abrir as suas empresas, e a instituição.

“Quando se tenta fazer o contacto directamente da Brava para a cidade da Praia é sempre frustrante e as pessoas acabam por desistir”, concluiu o participante.

Igualmente, Nelson Miranda, participante do encontro também corroborou da mesma opinião de António Carlos Pina, no que tange à avaliação do encontro, mas deixou claro que a reivindicação é maior, apontando que “exigem” a presença fixa de um representante da instituição porque os problemas são vários e as dúvidas ainda maiores.

Dúvidas estas, que conforme explicou, surgem porque não há técnicos para orientar a população sobre os passos que devem ser dados para a implementação das suas ideias de negócio.

“Outra coisa é que os programas não fiquem somente nos folhetos que distribuem porque na prática não é nada disso”, disse Nelson Miranda, acrescentando que até hoje a Brava não possui nenhum caso de sucesso que possa incentivar outras pessoas a arriscarem e submeterem os seus projectos a estes programas.  

MC/HF

Inforpress/Fim

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