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Boa Vista: Vertente agrogeológico do projecto Tartaruga no processo para obter certificação biológica

Sal Rei, 31 Mai (Inforpress) – O projecto tartaruga, na vertente da produção agro-ecológico, está a trabalhar para uma certificação biológica dos produtos alimentares produzidos no norte da ilha de Boa Vista por agricultores, mulheres do viveiro e as mulheres das Associação Tamra.

A informação foi dada à Inforpress pela coordenadora da vertente de desenvolvimento comunitário do projecto Tartaruga, Carla Corsino, durante feira agroalimentar realizada hoje na cidade de Sal Rei, em comemoração aos 15 dias de actividades da biodiversidade.

“A ideia é fazemos uma certificação biológica em que os restaurantes e hotéis que quiserem um produto bio saberão onde encontrá-lo. Também para as famílias que acham que terão uma alimentação realmente saudável, podem encontrar em contato directamente com as senhoras do viveiro que poderão fazer um balaio de terra”, explicou Carla Corsino.

Para isso, fez saber que tem sido feita no norte da ilha uma campanha de sensibilização para este tipo de culturas feitas de forma natural.

Segundo avançou Carla Corsino, a ideia é “quando estiverem com um produto livre de agrotóxicos vão levantar todo o processo para a certificação biológica, e tentar que os restaurantes façam parceria com os agricultores, para consumirem produtos directamente de viveiros e produtores do norte que não estão a usar pesticidas”.

A coordenadora disse ainda que o projeto Tartaruga Boa Vista tem a pretensão de “realizar uma feira por mês e chegar a outras comunidades para levar aposta de uma agricultura sem agrotóxicos, de forma sustentável e agrogeológico, respeitando o ambiente”.

Estiveram presentes na feira Agroalimentar pessoas da região norte que usufruem do projecto agroecologia, entre eles cinco agricultores, mulheres do viveiro do centro da extensão rural João Galego, a associação Tamra, e ainda um grupo de sensibilização ambiental.

VD/CP

Inforpress/Fim

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