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Boa Vista: Temos a consciência clara que fizemos o que foi possível – edil

Sal Rei, 25 Ago (Inforpress) – O presidente da Câmara Municipal de Boa Vista (CMBV) afirmou que tem a consciência absolutamente clara de que se fez o que foi possível durante o seu primeiro mandato na autarquia boa-vistense.

José Luís Santos fez essas afirmações em declarações aos jornalistas, esta segunda-feira, 24, durante inauguração de obra na localidade de Rabil, referindo-se ao balanço da execução das obras municipais prometidas durante o seu mandato.

“Devo dizer em breves palavras que o estado que encontramos a Câmara Municipal da Boa Vista, praticamente falida do ponto de vista financeiro, com medida avultada junto à banca, a tal ponto que só há dias conseguimos ter condições financeiras em termos de taxas de esforço para recorrermos ao financiamento bancário para o projecto autárquico”, justificou o edil.

O presidente da CMBV explicou que, “a câmara como qualquer outra nestas situações, não consegue pedir financiamento ao banco, além de não poder vender terrenos, que é a maior fonte de arrecadação de receitas”.

Por isso, frisou que a autarquia “não podia fazer muito mais do que a sua equipa fez em termos de obras executadas durante o seu mandato”.

“Mesmo assim, nós temos a consciência absolutamente clara daquilo que foi possível fazer”, afirmou o edil, relembrando a obra do largo de Santa Isabel que inicia esta semana, classificando-a de extraordinária, tendo em conta o valor do seu orçamento de quase 200 mil contos.

A juntar-se a esta obra, acrescentou que a requalificação dos dois litorais, praia de Cabral e orla marítima da cidade de Sal Rei, na qual se assinou o contrato de empreitada esta semana, somam um valor “astronómico” de 600 mil contos.

Segundo o mesmo, são obras que Boa Vista “nunca conheceu”, que vão embelezar a cidade e a ilha, criando centralidades muito importantes para os nacionais, assim como os turistas desfrutarem de espaço e zonas aprazíveis.

“A nossa filosofia com estas obras é criar centralidade e locais aprazíveis que possam sensibilizar o turista a sair dos hotéis, a conviver e impactar com a economia local, deixando algum recurso para os nacionais que trabalham nos restaurantes, com os seus bares entre outros estabelecimentos”, rematou o edil.

Para José Luís Santos, há necessidade de proporcionar maior impacto no desenvolvimento do turismo e criar um impacto positivo directamente na vida das pessoas.

VD/DR
Inforpress/Fim

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