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Boa Vista: Ministro pede aos guias turísticos que sejam embaixadores e defendam o produto turístico vendido lá fora

Sal Rei, 08 Dez (Inforpress) – O ministro do Turismo, Carlos Santos, pediu hoje aos guias turísticos que sejam “parceiros do ministério” e “embaixadores e defensores” do produto turístico criado para ser vendido lá fora.

Carlos Santos fez este apelo durante a cerimónia de entrega de treze certificados aos guias de turismo da Boa Vista, que frequentaram uma formação de reciclagem,  de nível II, financiada pelo Fundo do Turismo, com o apoio da Escola de Hotelaria e Turismo de Cabo Verde (ETHCV),  em parceria com o Centro de Emprego e Formação Profissional da Ilha da Boa Vista (CEFP-BV).

Conforme o governante, a formação enquadra-se no programa operacional do turismo materializado pelo Governo, que inclui a capacitação de cerca de 2.500 dos profissionais do sector, com “ênfase, atenção e prioridade aos guias de turismo”.

Para o ministro, “trata-se de um dia simbólico para os que receberam os seus diplomas”, mas também que para o Ministério do Turismo representa um “marco essencial” do reinício do que se pretende fazer com os guias num programa mais amplo de valorização profissional, que passa pela aquisição da carteira profissional.

Segundo o titular da pasta do Turismo, esta acção constitui, também, um “desiderato” daquilo que é o trabalho que está a ser feito juntamente com o Instituto do Turismo, de forma a dignificar a profissão e garantir maior segurança  àqueles que visitam Cabo Verde”.

“Podemos ter aqui verdadeiros embaixadores nesta área para defender o produto que estamos a criar”, sugeriu, destacando a necessidade de transmitir e vender aos visitantes a história, a cultura, os recursos humanos e o património cultural que existem no país.

Entretanto, segundo Carlos Santos, “este leque de formação não se rescinde somente pelos guias do turismo”, anunciando que está em curso um programa de formação para os taxistas, agentes de agências de viagens, colaboradores de unidades hoteleiras e chefias de hotéis”.

o ministro explicou que “a ideia é procurar preparar estes grupos profissionais para a nova alargada e nova fase de maiores exigências, tendo em conta que nos próximos tempos os visitantes terão maiores preocupações com as questões de segurança sanitária, antes de viajar”.

O ministro alertou para a concorrência internacional, designadamente dos Estados Unidos e de outras potencias que dantes não “apostavam no sector turístico, e que agora, assim como Cabo Verde, vêem o sector como sendo estratégico”.

Por isso, observou Carlos Santos, “há que se fazer o trabalho de casa no domínio da qualidade, da qualificação institucional, e da legislação”, para “facilitar o ambiente de negócios para que cada vez se adere a investimentos de qualidade, e se possa atingir os objectivos enquadrados na visão que o Governo tem desta área”.

“Temos um trabalho muito grande para desenvolver nestas ilhas, particularmente na ilha da Boa Vista, no sentido de qualificar bem o turismo, diversificar e criar outros sub-productos daquilo que é o nosso macro-producto de sol e praia, para termos cada vez mais turistas que gaste para o bem do desenvolvimento deste país”, afirmou.

Carlos Santos pediu ainda “que os guias de turismo sejam parceiros do ministério que tutela no combate e na luta para a dignificação não só da classe profissional, mas para formar e elaborar a qualidade do que se vai vender lá fora”.

VD/JMV

Inforpress

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