Boa Vista: Cruz Vermelha inaugura sede do conselho local e responsável elogia parcerias para estruturar soluções (c/áudio)

Sal Rei, 05 Jun (Inforpress) – O presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde (CVCV) considerou que a cedência do espaço para o conselho local traduz a vontade da instituição e dos parceiros na estruturação de respostas para os males que afligem as comunidades.

Arlindo Carvalho falava no acto de inauguração da sede do conselho local da Cruz Vermelha, à Avenida Aristides Pereira, em Sal Rei, e precisou as áreas da saúde, do meio ambiente, da educação e da juventude como aquelas que requerem um trabalho de resiliência comunitária na estruturação de respostas.

O presidente da CVCV classificou o momento de “gratificante” no contexto particular da instituição no País, e referiu o desempenho de um lugar de destaque do conselho local da ilha, que tem enfrentando “desafios e problemas”, e que, apesar dos mesmos, “há voluntários, parceiros e amigos”.

Arlindo Carvalho notou que a organização pretende “entrar de novo na Boa Vista” e, juntamente com a autarquia local, parceiros e voluntários, “fazer história” na ilha com resultado concreto de “ver a felicidade na casa das pessoas, a dignidade protegida, as crianças a sorrirem e Cabo Verde a florir”.

“Certo que esta casa é nossa casa e juntos vamos trabalhar em prol da humanidade porque acreditamos no amor, e na bondade que serão grandes ferramentas para o trabalho que nos espera”, pontuou.

O presidente do conselho local da CVCV, Ramiro Rodrigues, por seu lado, classificou o dia de “feliz pelo espaço recebido com carinho”, principalmente para quem anda nas andanças de voluntariado, particularmente na Boa Vista.

Ciente das dificuldades dos tempos que se vive, aquele responsável reconheceu e agradeceu o esforço e o deputado municipal do Partido Popular (PP), Sergio Corrá, que “ajudou na sua aquisição”, para que o conselho local fosse inaugurado para servir a sociedade boa-vistense.

O presidente da Câmara Municipal da Boa Vista, Cláudio Mendonça, disse que vê com “gosto e agrado” a abertura da sede, um sinal de que a instituição dá a Boa Vista “sentido próprio”, não só no que é a missão da organização, mas pelo facto de se considerar a ilha “um potencial de alto risco”, que carece de “proteção, resgate e proteção civil”.

“Queria congratular a equipa local que independente do contexto da crise que se atravessa nestes últimos anos, por causa da pandemia, esteve sempre presente, muito próxima e em prol de tudo aquilo que é ajuda humanitária”, afirmou o autarca, enaltecendo ser este um “acasalamento perfeito” entre a necessidade da população, a missão da Cruz Vermelha, e o representante da instituição na ilha, que classificou de pessoa “de causa e profissional em matéria de ajudar”.

Cláudio Mendonça reiterou o agradecimento pela presença da Cruz Vermelha para “ajudar a colmatar ou mitigar” aquilo que são as dificuldades que possam existir na ilha, ao mesmo tempo que garantiu a presença da câmara municipal para satisfação da população do ponto de vista social e da proteção civil.

AA/VD//AA

Inforpress/Fim

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