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Aumento da dívida pública: Sector da comunicação social também vai ser atingido com o chumbo do PAICV – ministro

Cidade da Praia, 02 Dez (Inforpress) – O ministro da Cultura e das Indústrias Criativas disse hoje que o sector da comunicação social também vai ser atingido com o chumbo do Partido Africano da Independência de Cabo Verde ao pedido de aumento da dívida pública.

Abraão Vicente, titular da pasta da Comunicação Social, fez estas declarações à Inforpress após ser ouvido pela 1ª Comissão Especializada de Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos, Segurança e Reforma do Estado, no âmbito da discussão na especialidade do Orçamento do Estado para o ano económico 2021.

“Houve uma nova metodologia este ano em que a comunicação social foi debatida num cenário diferente. Nós simplesmente explicamos que não houve muita alteração do ano 2020 para 21, exactamente porque no orçamento do Ministério da Cultura a gestão, a partir do Gabinete do Ministro, as verbas são verbas de funcionamento”, explicou.

O ministro ressaltou também que a planificação deste ano foi feita com base na ideia de que, no debate do Orçamento do Estado para 2021, haveria aprovação, por parte de todos os partidos, devido contingência da pandemia, do aumento do tecto da dívida pública, o que “não foi permitido”.

“A reprovação por parte o PAICV do aumento do tecto da dívida pública faz com que nós tenhamos menos recurso para o sector da comunicação social, nomeadamente para a reestruturação da RTC que estava planeada e para terminarmos, definitivamente, no primeiro trimestre, o projecto de reestruturação da Inforpress”, complementou.

Portanto, finalizou, o País fica limitado e o sector da comunicação social também vai ser atingido por esta reprovação por parte do PAICV.

Na última sessão plenária de Novembro, o PAICV votou contra ao pedido do Governo para aumentar o limite do endividamento interno fixado anualmente em 3% do PIB (Produto Interno Bruto) para 4,5% em 2021.

Reagindo, o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, afirmou que com esse chumbo o PAICV não se disponibilizou para conceder mais recursos para o País para o combate à covid-19 e considerou “extremamente grave” essa “falta de vontade política”.

GSF/CP

Inforpress/Fim

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