Proprietário da Manjuco Vié Couture estranha acusações da FCF e diz não temer acção judicial

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Proprietário da Manjuco Vié Couture estranha acusações da FCF e diz não temer acção judicial
09/06/26 - 11:26 am

Cidade da Praia, 09 Jun (Inforpress) – A marca de vestuário Manjuco Vié Couture reagiu, segunda-feira, com "estranheza" às denúncias feitas pela Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF) sobre alegadas falsas parcerias e utilização abusiva do nome da instituição, assegurando não temer qualquer acção judicial.

A reacção foi manifestada pelo proprietário da marca, Manjuco Vié, através das suas redes sociais, na sequência de um comunicado divulgado pela FCF, no qual denuncia o que considera serem falsas alegações de parceria e uso indevido da sua imagem institucional.

Segundo esclareceu o promotor, em nenhum momento a marca afirmou possuir qualquer parceria oficial com a Federação Cabo-verdiana de Futebol.

Conforme explicou, a iniciativa consistiu na oferta de bonés personalizados, denominados “SnapBack’s”, a alguns jogadores da selecção nacional, motivada pela relação de proximidade que mantém com alguns atletas.

Manjuco Vié sublinhou que, ao longo de mais de 15 anos de existência da marca, o seu principal objectivo tem sido apoiar e valorizar personalidades africanas, atletas e projectos que representam o continente, garantindo que o trabalho desenvolvido nunca teve a intenção de reivindicar associações ou parcerias inexistentes.

Os “SnapBack’s”, acrescentou, foram personalizados com os nomes dos próprios jogadores e entregues como um gesto de consideração e incentivo, pelo que não foram produzidos em nome da Federação, nem acompanhados de qualquer declaração que sugerisse um vínculo oficial.

Manjuco Vié afirmou ter recebido o comunicado com surpresa, embora reconheça e respeite o direito da FCF de proteger a sua imagem institucional e as suas parcerias, reforçando igualmente que não teme qualquer acção judicial por parte da federação por considerar que não existe fundamento para as acusações.

O empresário considerou ainda estranho que, num momento tão importante para o futebol cabo-verdiano e para a preparação da Selecção Nacional para o Mundial de 2026, se tenha dado destaque a uma questão que, na sua perspectiva, não corresponde à realidade dos factos.

A concluir, o proprietário assegurou que a Manjuco Vié Couture continuará a trabalhar, criar, inovar e apoiar o talento africano, dentro e fora do desporto, com respeito por todas as instituições e orgulho nas suas raízes.

KA/CP

Inforpress/Fim

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