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ARME alerta para a urgência no combate de perdas de águas em Cabo Verde

Cidade da Praia, 15 Out. (Inforpress) – A Agência Reguladora Multissectorial da Economia (ARME) alertou hoje para a urgência de pôr cobro a grande perdas de águas em Cabo Verde, com o agravante de chegar a atingir os 60 por cento em alguns municípios do país.

O presidente da ARME fez este alerta durante a cerimónia de apresentação pública do Regulamento das Relações Comerciais e Regulamento Tarifário do sector da água e saneamento de águas residuais, forma encontrada para dar a conhecer às entidades intervenientes as regras às quais obedece o relacionamento comercial e a metodologia do cálculo para a alteração e determinação das tarifas.

Isaías Barreto aconselha a todos a um maior rigor e optimização deste recurso considerado precioso e raro neste país, salientando que Cabo Verde precisa apostar na optmização de água para produzir com menor custo, para que, em últimas instâncias o consumidor final possa pagar um preço mais reduzido.

Os dois “importantes regulamentos” foram elaborados e publicados pela Agência Reguladora Multissectorial da Economia, (ARME), no quadro do programa de Apoio ao Sector de Água e Saneamento (PASEA), mediante o financiamento da Agência Luxemburguesa de Cooperação ao Desenvolvimento.

Isaías Barreto sustentou a sua tese com o argumento que se torna fundamental uma gestão criteriosa dos parcos recursos, substancialmente no processo de produção, distribuição e comercialização de água, num país marcado pela falta de chuva e de recursos.

A este propósito disse que o país carece de maior rigor no processo de distribuição de água, de modo a aproveitar perdas, tendo inclusive lançado um desafio aos operadores do sector no sentido de utilizarem as tecnologias modernas que permitam efectivamente detectar, “quase que em tempo real as perdas existentes”.

Com esta medida, acredita Barreto, torna-se possível permitir intervir para a minimização destes problemas, reconhecendo, entretanto que “não é efectivamente justo” que o consumidor final pague pelas eventuais ineficiências existentes, quando se pretende com estas normas, perspectivar a redução de 10% de perdas, já no próximo ano.

Exortou ainda para a necessidade de um maior rigor na comercialização, para que os consumidores possam pagar as suas facturas com regularidade exigida.

SR/ZS

Inforpress/Fim

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