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Aníbal Borges vai recorrer da sentença do Tribunal sobre o processo de eleição da secretária-geral da UNTC-CS

Cidade da Praia, 23 Ago (Inforpress) – O presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Financeiras, Aníbal Borges, disse hoje que vai recorrer da sentença do Tribunal de Trabalho, sobre o processo de eleição da secretária-geral da UNTC-CS, que considerou ter sido legítima.

Aníbal Borges fez o anuncio em conferência de imprensa, explicando que a sentença revela “claramente que o juiz não teve coragem” para declarar a procedência da acção e, consequentemente, a anulação do pleito eleitoral.

Segundo avançou o ex-candidato à direcção da UNTC-CS, esta decisão não se compreende porque, de acordo com um dos pontos da sentença, “reconhece haver conflitos de interesse” e cita que o associado não pode votar em matérias em que haja conflitos de interesse entre associações e ele, ou seus familiares.

Para exemplificar o caso, apontou que o presidente e outros membros da Comissão Eleitoral (CE) e da Comissão de Recurso Eleitoral (CRE) integraram a lista adversária e “assumiram o papel de jogadores e árbitros simultaneamente”.

Conforme o sindicalista, o que “ficou mais patente” é a “participação irregular” no congresso que foi o mandatário da lista da adversária, citando neste caso, José Maria Martins Fernandes.

“Situação esta que a outra candidatura fez sua porta bandeira e, mais uma vez a sentença evidenciou que a candidatura navegou em irregularidades”, observou.

Por outro lado, referiu que o Tribunal reconheceu a irregularidade na participação dos delegados da Brava, mas, entretanto, “não fez a mesma coisa” em relação à comissão feminina e à comissão da juventude da UNTC-CS, que “nem são associações sindicais e nem têm personalidade jurídica”.

“Cremos que caiu a máscara da ré, devia estar envergonhada, pedir desculpas e não vir a praça pública vangloriar-se de que ganhou a causa”, ajuntou.

Contudo, manifestou ainda sua “estranheza” e denunciou o sucedido, pelo facto de que como autor que interpôs o pedido de impugnação das eleições, não ter sido notificado na mesma ocasião, “enquanto que a ré, não só, já muito antes, como até tornou pública a sentença em conferência de imprensa”.

HR/ZS

Inforpress/Fim

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