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AME 2019: Artistas veem no encontro “One to one” uma “grande oportunidade” para conquistarem palcos internacionais (c/áudio)

Cidade da Praia, 09 Abr (Inforpress) –  Os artistas que participam da sétima edição do Atlantic Music Expo (AME) consideraram hoje que os encontros “One to one” são uma “grande oportunidade” para conquistarem outros palcos, inclusive os internacionais.

No segundo dia desta montra da música, onde a organização estima que vão estar à circular nos diversos palcos, da Cidade da Praia, mais de 230 artistas em representação de 31 nacionalidades e países, os artistas tantos nacionais como internacionais afirmaram que este evento é uma oportunidade que não devem desperdiçar.

A cantora angolana Lúcia de Carvalho disse em declarações à Inforpress, antes de subir ao palco do Palácio da Cultura Ildo Lobo, na Cidade da Praia, para actuar no segundo dia do Atlantic Music Expo, que decorre até o dia 11, que é um enorme prazer estar rodeada de profissionais de música de todo o mundo.

Para a artista, que tem uma influência da música do Brasil, Angola e França, é uma alegria compartilhar a sua música e apresentar o seu novo álbum Kuzola (Amar) com o público cabo-verdiano e os profissionais da música do mundo.

“É sempre um momento bastante intenso porque as pessoas estão num estado de espírito muito similar. No começo, é como se fossemos estrangeiros, mas no final é como se fossemos uma família. É muito bom porque cada um, no seu âmbito e no seu estilo, tanto os de Cabo Verde ou de Moçambicanos, temos essa vontade de fazer fusão musical”, afirmou.

Para a cantora, o AME está a proporcioná-la “momentos importantes”, porque para além de cantar está a ter oportunidade de beber um café e conversar com um profissional que em outros contextos seria difícil estar na sua presença.

Lúcia de Carvalho afirmou ainda que os encontros “one to one meeting” dá-lhes a possibilidade de abordar programadores de diversos festivais e jornalistas para continuarem a falar dos seus trabalhos e há colaborações que podem ser feitas a nível internacional.

O cantor cabo-verdiano Djam Neguin, que actua hoje à noite no palco da rua pedonal, disse que também aproveita do evento para fazer parte dos encontros individuais, pois, estes são uma oportunidade de venderem os seus trabalhos aos produtores e conseguirem uma digressão internacional.

“É um sonho de todos os artistas cabo-verdianos conseguirem levar o seu trabalho para o mundo”, afirmou, ajuntando que se os artistas souberam tirar “bom proveito” do AME grandes coisas vão acontecer.

Djam Neguin considerou ainda que o AME é um dos “maiores eventos” da música de Cabo Verde e do Atlântico, porque estão a ter oportunidade de estarem em contacto com pessoas, que é muito difícil de conseguirem directamente, e estão a ganhar experiência e conhecimento para a sua carreira.

Para a sua actuação, revelou, escolheu um repertório que vai fazer as pessoas vibrarem e cativar a atenção dos produtores.

Por sua vez, o ‘rapper’ cabo-verdiano Dji Lou, que pela primeira vez sobre ao palco do AME, vê neste evento não só uma forma de promover o seu novo primeiro álbum “SulMusic”, como também conseguir um produtor.

“É uma honra porque é um festival internacional onde tenho oportunidade de trocar experiências com outros artistas e conhecer produtores e fazer contactos. Como artista independente tenho a oportunidade de expandir o meu trabalho para outros lados do mundo”, enalteceu.



AM/CP
Inforpress/Fim

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