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Amadeu Oliveira afirma que seu julgamento é uma fraude para condenar emigrante Arlindo Teixeira

Cidade da Praia, 22 Fev (Inforpress) – O advogado Amadeu Oliveira afirmou hoje que o seu julgamento, iniciado hoje, é uma fraude para condenar o emigrante santantonense Arlindo Teixeira, seu cliente inicialmente condenado por 11 anos e com recurso no Supremo Tribunal de Justiça.

Amadeu Oliveira falava no interior do tribunal, momentos antes do inicio da audiência do julgamento em que é arguido, acusado pelo Ministério Público de 14 crimes de ofensa e injúria contra os juízes do Supremo Tribunal de Justiça, Benfeito Mosso Ramos e Fátima Coronel.

O arguido disse que o julgamento do Arlindo Teixeira está marcado para o dia 25 de Fevereiro e que o seu julgamento, iniciado hoje, é uma encenação para que o acusado (Arlindo Teixeira) seja defendido por um defensor oficioso e condenado a nove anos de prisão.

“Arlindo Teixeira foi condenado injustamente a 11 anos de cadeia e vai ser condenado de novo e até já sei os anos de cadeia que o vão aplicar”, disse o advogado/arguido.

Amadeu Oliveira afirmou que o Supremo Tribunal de Justiça sabe que ele é o único advogado competente para defender o emigrante Arlindo Teixeira, não por ser o melhor, mas porque conhece de cor o processo.

“O processo tem mais de 1000 páginas e eu sei onde é que houve as adulterações. Portanto, sou o único advogado capaz de defender o cidadão Arlindo Teixeira”, reiterou.

O emigrante Arlindo Teixeira que veio de França, em Junho de 2015, para passar 45 dias de férias, acabou por ser condenado a 11 anos de prisão pelo Tribunal da Ribeira Grande, Santo Antão.

A defesa recorreu da decisão junto do Supremo Tribunal de Justiça, estando a audiência pública contraditória marcada para o dia 25 de Fevereiro próximo, pelas 10 horas.

O julgamento de Amadeu Oliveira, que foi detido sábado, 20, como medida de precaução para garantir a sua presença no tribunal, estava previsto para iniciar às 8:30, mas só veio arrancar depois das 10:00 e, apesar de um requerimento da defesa para a suspensão da audiência, a juíza entendeu que os argumentos apresentados não justificam a suspensão.

MJB/HF

Inforpress/fim

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