Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

AM da Praia: Bancada do PAICV quer tratamento “igualitário” na atribuição de lotes de terreno

 

Cidade da Praia, 16 Ago (Inforpress) –  A bancada do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV-oposição), na Assembleia Municipal quer que a edilidade praiense tenha sempre presente que é preciso um “tratamento e igualitário” a todos os cidadãos na atribuição de lotes de terreno.

“O nosso posicionamento é sobretudo que a câmara tenha sempre presente, que é preciso um tratamento igualitário dos cidadãos e que o mesmo deva ser traduzido também na política de habitação e de acesso ao terreno, que seja uma política coerente e igualitária, que dê oportunidades iguais a todos”, afirmou o líder da bancada do PAICV, Vladimir Silves Ferreira, em conferência de imprensa hoje, na Cidade da Praia.

Vladimir Silves Ferreira que se fazia acompanhar dos outros eleitos municipais, tinham concluído momentos antes um encontro com o vereador do Urbanismo da Câmara Municipal da Praia.

Conforme disse, nesse encontro a bancada do PAICV levou as preocupações que se prendem de um modo geral com a questão da habitação e atribuição de lotes de terreno, tendo, no entanto, debruçado também sobre o caso da venda do terreno ao embaixador da União Europeia, questão que tem causado “muitos rumores”.

Concretamente sobre este assunto, Vladimir Ferreira limitou-se a sublinhar que a sua bancada tem a missão de “fiscalizar” a acção camarária, razão por que o mesmo entra também no rol das preocupações gerais sobre habitação, não no de um caso específico.

Mesmo assim, avançou que a respeito da venda do terreno ao embaixador José Manuel Teixeira, receberam um conjunto de esclarecimentos por parte do vereador que lhes permitiu obter mais informações que ajudaram a perceber melhor a questão.

Contudo, não se coibiu de questionar se o acesso à habitação é cada vez mais uma prerrogativa só dos cidadãos com posse, ou a câmara deve trabalhar no sentido de garantir o direito à habitação a todos os cidadãos, “sem privilegiados e excluídos”, notou.

Já em relação ao modelo de aforramento que a câmara aboliu, diz que o seu partido defende a sua continuidade, tendo em conta que era um modelo que fazia todo sentido, sobretudo porque garantia o acesso aos cidadãos com menos poder de compra.

FM/FP

Inforpress/Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos