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AILPcsh debate desafios e legados sobre habitação e Estado no contexto da pandemia no espaço lusófono

Cidade da Praia, 09 Mai (Inforpress) – A AILPcsh anunciou para o próximo mês de Julho a realização de um debate, online, sobre “habitação e Estado nos Países de Língua Portuguesa: Legados e Desafios”, no contexto da pandemia no espaço lusófono.

Numa nota informativa a que a Inforpress teve acesso, a Associação Internacional de Ciências Sociais e Humanas em Língua Portuguesa (AILPcsh) diz que pretende, no quadro da actual pandemia e da crise climática, discutir as histórias e o futuro da relação entre habitação e Estado nos países de língua portuguesa.

O evento, segundo a mesma fonte, deverá reunir oradores de várias áreas disciplinares interessadas no ambiente construído, nomeadamente, a arquitectura, geografia urbana e sociologia urbana, o urbanismo e o planeamento espacial, salientando que o encontro visa promover a partilha de reflexões sobre políticas de habitação no Brasil, em Cabo Verde, em Angola, em Portugal e em Moçambique.

A nota avança ainda que este primeiro encontro da AILPcsh na área da arquitectura e do urbanismo irá servir para a criação de uma Rede de Pesquisa e Trabalho, bem como para a publicação de um número temático da revista Travessias.

A AILPcsh surgiu na sequência de onze congressos luso-afro-brasileiros de ciências sociais cuja primeira edição remonta a 1990.

A AILPcsh foi legalmente constituída como associação de acordo com o enquadramento jurídico português, tendo os seus estatutos sido aprovados em 02 de Março de 2012. As principais actividades da associação foram a organização do seu congresso, em regime de itinerancia entre os países de língua oficial portuguesa e a criação de plataformas de incentivo e promoção de redes de pesquisa e publicações.

A AILPcsh pretende afirmar-se como um canal de política científica fundamental na promoção de um espaço de cooperação entre académicos de ciências sociais e das humanidades de língua portuguesa.

Com uma periodicidade tendencialmente bianual, os congressos têm promovido o desenvolvimento de uma relevante comunidade de cientistas sociais e de humanidades de língua portuguesa – Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

CM/HF

Inforpress/Fim

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