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Administrador-geral da Uni-CV garante transparência na gestão administrativa

Cidade da Praia, 24 Jul (Inforpress) – O administrador-geral da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV) afirmou hoje que a gestão administrativa da instituição “é transparente” e diz-se aberto a execução de qualquer auditoria para inspecionar as contas.

Iderlindo de Pina falava à imprensa em reacção às “informações circuladas num órgão de comunicação social”, dando conta de supostos gastos efectuados pela universidade entre 2014 e 2020.

De acordo com as informações veiculadas, a Uni-CV, supostamente, gastou mais de 43 mil contos, num conjunto de despesas, mas em bolsas de estudo nenhum centavo foi investido, “o que tem causado indignação” dentro da comunidade académica.

Segundo Iderlindo de Pina, o que se pretende passar com tais informações é a “falsa ideia de gestão danosa” na sua administração, “insinuando corrupção” e claro “ataque” a reitora, Judite Nascimento.

Explicou que a soma de todas os dados apresentados representam 1,01 por cento (%) do orçamento de funcionamento da Uni-CV, verbas utilizadas para o cumprimento de objectivos institucionais ligados à sua missão, que são o ensino, a investigação.

“Isso demonstra a ignorância por parte daqueles que fizeram tais afirmações, não conhecendo a estrutura interna da Uni-CV”, apontou o administrador-geral.

Conforme o seu relato, a rubrica que abarca roupas, vestuários e calçados representa apenas 0,01% da estrutura orçamental, pois, esclareceu, a instituição oferece cursos que têm a necessidade aquisição roupas e calçados especiais, o que requer custos.

Quanto às deslocações, frisou que esta rubrica representa 0,06% do orçamento global, indicando todas as deslocações da instituição, incluindo dos docentes, estudantes e funcionários, dentro e fora do país.

“A Uni-CV tem cursos que exige mobilidade de docentes entre Praia e São Vicente, mas também vindo do estrangeiro, para além disso, os docentes que queiram participar em congressos internacionais têm sido beneficiados com esse apoio e no quadro desta rubrica”, destacou.

Por outro lado, Iderlindo de Pina assegurou também que todos os contratos realizados pela entidade “obedecem a normas” da legislação aplicada e em vigor, e são auditadas pelo Tribunal de Contas.

O responsável fez referência ainda à questão de financiamento de bolsas de estudo, atestando não ser vocação da universidade pública atribuir bolsas, mas sim de outros organismo, como a Fundação Cabo-verdiana de Acção Social e Escolar (Ficase).

“No entanto, a Uni-CV tem desenvolvido políticas de acção social através de negociação de bolsas de estudo com parceiros nacionais e internacionais”, ajuntou.

Por fim, sublinhou que a administração da Universidade de Cabo Verde “está preparada” para qualquer auditoria ou inspecção, embora tenha sido recentemente auditada.

HR/CP

Inforpress/Fim

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