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Adevic usa critério de prioridade para reduzir população estudantil na escola e no lar em tempos de pandemia

Cidade da Praia,  28 Abr  (Inforpress) –  A Associação dos Deficientes Visuais de Cabo Verde (Adevic)  teve que recorrer ao critério “prioridades” no ano 2021 para reduzir o número de estudantes nas salas de aulas e no lar, em tempos de pandemia.

A afirmação é do presidente da associação, Marciano Monteiro, em declarações à Inforpress, quando questionado sobre como está a funcionar a escola dos cegos e o lar das pessoas com deficiência visual na situação de pandemia.

“Tivemos que fazer uma redução da população estudantil do ensino secundário e superior e acabamos por diminuir, também, o número de alunos no lar. Para isso, fizemos uso do critério prioridade para que ficassem os que realmente necessitavam de apoio”, disse.

Segundo Marciano Monteiro, a Adevic, por trabalhar com jovens e adultos, sendo alguns de alto risco, teve de chegar a um consenso com os mais vulneráveis para que ficassem em casa com a família.

A associação, sublinhou, não podia colocar ninguém em risco, pelo que, segundo disse, tinha de resolver o problema mesmo que a ideia da Adevic seja “não deixar ninguém para trás”.

Apesar disso, lamenta o facto de, nesta conjuntura, não terem ainda condições de receber os alunos de risco e nem aumentar números de educandos nas salas de aula.

O Lar da Adevic que, sem pandemia, recebia 14 pessoas neste momento só tem oito.

As três salas de aulas existentes na sede da associação acolhem cerca de 20 alunos que têm de fazer a trajectória diária, casa/escola/casa.

PC/AA

Inforpress/Fim

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