Actual equipa camarária da Praia sem condição para governar o município que alberga a capital do País – acusa o MpD

Cidade da Praia, 15 Mar (Inforpress) – O coordenador da Comissão Política Concelhia da Praia do  Movimento para Democracia (MpD), Alberto Melo, considerou hoje que a actual  equipa camarária “não tem condições” para governar o   município que alberga a capital do País.

O líder político falava, em conferência de imprensa,  na Cidade da Praia,  em reacção às declarações do presidente da Câmara Municipal da Praia, Francisco Carvalho, sobre as dívidas e supostas ilegalidades praticadas pelo anterior executivo municipal.

“Está evidente que esta equipa não está preparada para governar a Praia. A forma vergonhosa como apresentaram o orçamento, demonstram que são pessoas impreparadas para governar um município com essa dimensão”, notou.

 Esse “impreparo”, precisou Alberto Mello, prende-se com a circunstância de “nem saberem fazer contas”, ou, sabendo, “seguem o caminho da mentira” para “tentar pôr em causa a seriedade da gestão municipal do MpD”

“Francisco Carvalho e a sua equipa dizem que a equipa cessante terá gastado mais de 500 mil contos em 20 dias (…),  isto é   revelador do carácter e da incompetência de um presidente que nem sabe fazer contas, como já tinha sido demonstrado no ato de aprovação do Orçamento”, acusou.

Por isso, Alberto Mello sublinhou que Francisco Carvalho está à procura de “desculpas para ocultar” a sua “inacção e impreparo” , já que, conforme apontou,   a Câmara Municipal da Praia “está completamente bloqueada”.

“Os serviços municipais não conseguem emitir uma simples planta de localização e  dezenas de obras paradas, como sejam, a título de exemplo, as de drenagem de Tira Chapéu, Calabaceira, Moinhos/Ponta de Água e Safende, bem como o calcetamento de vários bairros, ou o campo relvado de Sucupira, a pedonal e o mercado do Paiol, a pedonal da Rua Tabanca e o Miradouro de Achada Santo António-Pérola”, apontou o coordenador do MpD na Cidade da Praia.

Sobre a acusação da nova equipa de ter encontrado empresas a fazer serviço para câmara de forma “ilegal”, Alberto Mello disse  que se trata de um “ataque de baixo nível”, porque aquelas prestações de serviços são “absolutamente legais”.

“Já se percebeu o que é  ‘Uma Praia para todos’ e o  ‘Cabo Verde para todos’: incompetência, mentiras, malabarismo político e autoritarismo no poder”, acusou Alberto Mello.

OM/AA

Inforpress/Fim 

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