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Acrides aponta reforço dos mecanismos de sistema de protecção das crianças como o “grande desafio” em 2022

Cidade da Praia, 12 Jan (Inforpress) – A presidente da Associação das Crianças Desfavorecidas (Acrides) afirmou hoje que o foco da organização em 2022 vai recair sobre o reforço dos mecanismos de sistema de proteção das crianças nos diversos domínios da vida.

Lourença Tavares, que fazia uma previsão do ano quanto aos projectos da associação, em declarações à Inforpress, garantiu ainda que para desenvolver estas acções vai contar com o apoio da ECPTA de Luxemburgo, Embaixada dos Estados Unidos e parceiros nacionais.

“Além deste nosso foco, este ano queremos ainda engajar no empoderamento das famílias com actividades geradoras de rendimento como competências do saber ser e estar na protecção da criança, aumentando assim a responsabilidade parental”, acrescentou.

Neste projecto, a Acrides, segundo disse, quer envolver igrejas e organizações não-governamentais (ONG) que trabalham com mulheres visando, com isso, empoderá-las para que se transformem em “grandes mães” na protecção dos seus filhos.

A par disso, Lourença Tavares disse que a Acrides vai continuar a promover as campanhas que vem realizando, assim como apostar na formação de crianças para que estas possam saber como se auto proteger contra os agressores.

“A formação vai ser de uma forma mais organizada, pelo que já contactamos as estruturas escolares para este fim, pois, sabemos que existe muita violência nas escolas e nas comunidades”, afiançou.

Lourença Tavares referiu ainda sobre um “grande sonho” da Acrides que é ver, na televisão nacional, programas dedicados às crianças e famílias com objectivo de ensinar os valores defendidos pelos cabo-verdianos na união e respeito individual e para com os outros.

Ainda segundo a presidente da Acrides, hoje, mais do que nunca, Cabo Verde precisa pôr em prática as leis existentes para penalizar as famílias que não se preocupam com a educação dos filhos, assim como a presença dos animadores sociais nas comunidades.

“Se o poder local e o Governo juntarem as associações que estão no terreno a lutar por esta causa poderemos fortalecer e o sentido das coisas seria melhor para todos os cabo-verdianos”, acentuou.

PC/CP

Inforpress/Fim

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