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ACLCC pretende fazer rastreio de colo uterino e mama a 100 mulheres da Ribeira Grande de Santiago

Cidade da Praia, 03 Abr (Inforpress) – A Associação Cabo-verdiana de Luta contra o Cancro (ACLCC) realiza no sábado, rastreios de colo uterino e mama às mulheres de Belém e arredores, no concelho de Ribeira Grande de Santiago, perspectivando atingir 100 pessoas.

Em entrevista à Inforpress, a presidente da ACLCC, Cornélia Pereira, afirmou que se trata de uma actividade desenvolvida pela associação que este ano tem canalizado as acções na ilha de Santiago.

Neste rastreio, segundo a mesma fonte, a perspectiva é abranger uma faixa etária de mulheres dos 30 aos 64 anos nas regiões de Belém, Pico Leão e Tronco para, numa outra fase, fazer rastreio em Porto Mosquito e São João Baptista.

“O objectivo é apresentar todos os riscos associados à doença, quais os cuidados a ter e os sinais que o corpo dá, porque quando há qualquer sintoma o aconselhamento é dirigir-se às estruturas de saúde. Como sabe, o cancro quando é apanhado, atempadamente, tem cura. Portanto, a mulher tem que estar atenta aos sinais”, explicou Cornélia Pereira.

A anteceder este rastreio acontece uma palestra sobre a problemática do cancro, ministrada pelo médico José da Rosa, com o propósito de levar à população informações sobre os factores de riscos associados à essa doença.

No mês de Março a ACLCC realizou uma actividade semelhante na cadeia civil da Praia para 40 mulheres incluindo reclusas e funcionárias e uma palestra para estudantes que pretendem fazer curso de medicina.

A associação tem planos de fazer outras intervenções no interior de Santiago, sobretudo em Assomada e São Miguel. É que, conforme Cornélia Pereira, o impacto desse trabalho tem disso positivo.

“Temos cada vez maior adesão e as pessoas pedem-nos para voltar mais vezes para falar sobre o cancro, mas não nas feiras da saúde porque acabam por dispersar a atenção.

A sociedade está mais informada e sensibilizada, o estigma da doença vai-se diminuindo e as pessoas já admitem que têm um cancro,” analisou a presidente da ACLCC, adiantando ainda que estão a trabalhar com as estruturas de saúde para iniciar as visitas domiciliárias aos doentes com cancro “de forma responsável”.

CD/CP

Inforpress/Fim

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