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“A Câmara Municipal de São Vicente é uma câmara modelo na promoção da saúde”, director Nacional da Saúde

Mindelo, 25 Jan (Inforpress) – O director Nacional da Saúde, Artur Correia, considerou hoje, no Mindelo, que a Câmara Municipal de São Vicente afigura-se como uma câmara “modelo” na promoção e prevenção da saúde e na prevenção da doença.

Artur Correia fez esta apreciação na tarde de hoje, durante a assinatura de um protocolo de cooperação entre as duas entidades, para a promoção da saúde do adolescente.

Não há dúvidas, segundo a mesma fonte, que São Vicente é uma ilha que tem dado “grandes contribuições” para o desenvolvimento da saúde em Cabo Verde, mas também que a sua câmara municipal é uma das câmaras “mais activa e engajadas” nas actividades de protecção, promoção da saúde e prevenção de doenças.

“Acho que podemos dizer que a Câmara de São Vicente é uma câmara modelo nesta perspectiva”, disse o responsável, que enaltece a “visão holística e multissectorial” da edilidade, que aposta, ajuntou, no engajamento de várias instituições.

“Os jovens e os adolescentes são a janela de oportunidade que o país e os municípios têm para potenciar as acções no domínio da promoção e protecção da saúde”, lançou o director Nacional da Saúde, acrescentando ter trabalhado em várias iniciativas com esta edilidade e de quem sempre teve um “apoio incondicional”.

A vereadora da Saúde, Lídia Lima, por seu lado, em representação da câmara municipal, disse estar “totalmente disponível e aberta” para colaborar em “tudo aquilo” que visa a promoção da saúde e do bem-estar da população de São Vicente e neste caso particular de adolescentes da ilha.

”Nós, nesta ilha, temos um trabalho muito bem elaborado e estruturado, que tem estado a se desenvolver, graças ao apoio e colaboração dos funcionários e de várias instituições da ilha”, enalteceu, colocando ênfase nos serviços de saneamento, de ligação de esgoto e construção de habitações sociais e reabilitações de casas.

Contudo, segundo a mesma fonte, há “muito trabalho” pela frente e que incita as autoridades a actuarem com “mais rigidez” na prevenção e nos cuidados primários no que diz respeito à saúde desta faixa etária.

“São Vicente é uma ilha constituída maioritariamente por jovens, dos 15 aos 24 anos, que têm outras formas de lazer e de entretenimento e de vícios, então a nossa juventude e os nossos adolescentes estão expostos a essas novas formas, que acarretam outros riscos”, advogou Lídia Lima, para quem isto pode “pôr em causa o desenvolvimento da nossa sociedade”, com riscos como alcoolismo, uso de drogas, suicídio e depressão.

Aproveitando para enumerar os “inúmeros projectos” que a câmara tem desenvolvido na promoção da saúde, Lídia Lima disse que no caso deste programa “amigo do adolescente”, pretende-se levar às escolas e comunidades e ainda “cobrar por parte dos pais aquilo que são as suas responsabilidades”.

O protocolo que foi assinado nesta tarde na Delegacia de Saúde de São Vicente tem duração de “tempo indeterminado” e também vai ser reproduzido, segundo Artur Correia, em outros concelhos do país, de forma a se “unir esforços e continuar a facultar à nossa juventude uma melhor saúde”, que depois se verá os resultados, concretizou.

LN/JMV

Inforpress/Fim

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