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Autoridades da Nigéria cifram em 136 número de estudantes raptados no domingo

Abuja, 02 Jun (Inforpress) – As autoridades nigerianas confirmaram hoje que 136 estudantes foram raptados numa escola islâmica no centro-norte da Nigéria, no domingo.

“O governo do estado do Níger – onde ocorreu o rapto – confirmou que o número de estudantes raptados por bandidos na Escola Islâmica Salihu Tanko, em Tegina, na área de governo local de Rafi, é de 136”, afirmaram as autoridades num comunicado citado pela agência noticiosa Efe, enviado pelo gabinete de imprensa do governador, Abubakar Sani Bello.

O comunicado acrescenta que o vice-governador do estado, Ahmed Mohammed Ketso, confirmou os números e assegurou aos pais das crianças que o Governo está a fazer todos os possíveis para resgatar os estudantes em segurança.

De igual forma, Ketso declarou que “as agências de segurança estão a fazer o seu melhor”, mas que estas “não têm a logística necessária”, o que implicou a necessidade da “intervenção do Governo federal para as equipar de modo a poderem fazer frente aos bandidos”.

O vice-governador observou também que as agências de segurança estão a ser cuidadosas na perseguição aos raptores para evitar danos colaterais.

O governo local do Níger decretou uma proibição do movimento de motos, utilizadas pelos raptores para a realização dos ataques, na capital do estado, Minna, entre as 21:00 e as 06:00 locais (04:00 em Cabo Verde), de modo a garantir a segurança da cidade.

Nos últimos meses, o norte da Nigéria tem registado um aumento do número de raptos em massa, com os perpetradores a procurarem resgates lucrativos.

Com este mais recente episódio, mais de 900 estudantes foram raptados desde dezembro passado.

O Presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, ordenou às forças de segurança do país que intensifiquem esforços para salvar os alunos.

Além dos raptos em massa, o país mais populoso de África enfrenta imensos desafios de segurança, incluindo ataques terroristas desde há 12 anos, no nordeste da Nigéria, que já mataram mais de 40.000 pessoas.

Inforpress/Lusa

Fim

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