PEDS II será um documento orientador para as oportunidades de investimentos do sector privado – primeiro-ministro

Cidade da Praia, 14 Mar (Inforpress) – O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, disse hoje na cidade da Praia que o Plano Estratégico de Desenvolvimento Estratégico – PEDS II tem a intenção de ser um documento orientador para as oportunidades de investimentos do sector privado.

O líder do Executivo falava à imprensa, no final da reunião do Conselho de Concertação Social (CCS), realizada hoje, e que teve na agenda outros aspectos como o novo acordo de concertação estratégica para o período 2023-2026, a alteração ao Código Laboral, bem como fazer o ponto situação sobre o Conselho Económico, Social e Ambiental.

“Com uma atitude muito positiva, com a apresentação referencia do Governo, os sindicatos, as entidades representativas do sector privado, creio que uma das virtudes deste Conselho de Concertação Social é que, na diferença, conseguimos sempre ter posições muito ponderadas relativamente à defesa do interesse nacional e de Cabo Verde”, pontuou.

Prosseguindo, Ulisses Correia e Silva referiu que o PEDS é um “instrumento importante” e orientador estratégico de definição de políticas e objectivos para futuro próximo, frisando que 2022-2026 é o horizonte temporal que vai permitir quer o Governo, quer os municípios, o sector privado, as organizações da sociedade civil, os próprios cidadãos e as famílias tenham um referencial para o futuro do País.

“Isto é importante para as decisões quer económicas, quer de investimentos, quer decisões da economia doméstica. Sabemos qual é o rumo do País e congratulamos com o facto de ter havido esse consenso, relativamente às grandes linhas de orientação futura do país”, acrescentou.

O PEDS, afirmou, também terá intenção de ser um documento orientador para as oportunidades de investimentos do sector privado.

“Aquilo que está definido como grandes objectivos de tornar Cabo Verde em uma economia é um país mais resiliente, quer através da transição energética, quer através de estratégia de água para uma agricultura mais adaptadas às condições climáticas de Cabo Verde, quer em relação à acção climática, mas também na economia digital, num turismo sustentado, mais diversificado, mais desconcentrado e na economia azul. Todas essas áreas são áreas de oportunidades de investimentos”, disse.

Prosseguindo, Ulisses Correia e Silva referiu que se vai trabalhar em conjunto para que o ambiente de negócios esteja ainda melhor, para que o quadro institucional nomeadamente, da Administração Pública, seja mais eficiente e mais efectivo em termos de tempo de decisão.

GSF/JMV
Inforpress/Fim

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