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Covid-19: Comerciantes do Mercado do Sucupira lamentam falta de dinâmica nas vendas devido às restrições

Cidade da Praia, 31 Ago (Inforpress) – Os comerciantes que laboram no Mercado do Sucupira estão a lamentar a falta de dinâmica das vendas nos últimos meses, considerando que as restrições impostas têm gerado complicações financeiras para a permanência dos respectivos comércios.

Em declarações à Inforpress, João Augusto que é proprietário de uma barraca de vestuário, explicou que “os prejuízos têm sido enormes” e “não há esperança” para a melhoria, já que a situação epidemiológica do país “continua instável”.

No seu entender, outras medidas devem ser tomadas para que os comerciantes possam ter rendimento e sustentar suas famílias.

Na mesma linha está Gonçalo Moreira, outro proprietário, avançando entender as medidas como forma de evitar a propagação do vírus, mas, declarou, isso não tem ajudado nas despesas mensais, situação que a “cada dia torna-se mais difícil”.

“Estamos numa situação complicada, sabemos que as medidas servem para proteger a todos, mas em termos de vendas e rendimento, para a nossa situação não há ainda um horizonte”, atestou.

A pouca dinâmica nas vendas no Mercado do Sucupira pode ser entendida também com a “falta de confiança dos consumidores” que deixaram de frequentar o espaço com a regularidade que se verificava antes, devido a possibilidade de contágio.

A Câmara Municipal da Praia definiu um conjunto de medidas quanto ao funcionamento do Mercado do Sucupira, das quais a redução de consumidores dentro do espaço, assim como o número de barracas a funcionar, têm sido bastante contestadas.

Assim, para as bancas de venda de roupas compreendidos entre os blocos A e H e as bancas de venda de roupas Y funcionam alternadamente de segunda-feira aos sábados, e o número de vendedores a trabalhar em cada uma das bancas não pode exceder duas pessoas.

Relativamente ao número de utentes no interior do mercado, em nenhum momento deve exceder 70 pessoas, devendo ser respeitado nas filas de entrada do mercado, o distanciamento social de dois metros.

HR/ZS

Inforpress/Fim

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